quinta-feira, 16 de julho de 2009

O Enigma do Príncipe


Começo o post pedindo perdão por ainda não ter postado o capítulo 3 da fic, a quem interessar possa, mas estive muito envolvida com as provas da maldita UERJ, o que está dando resultado (um nota, eu já melhorei o suficiente pra não ficar de final).
Não vim hoje postar o capítulo da fic porque nem tive tempo de pensar nisso, mas vim falar de Harry Potter. Sim, eu vi novamente o filme na estréia. A cada estréia, uma emoção. Dublado, mas faço tudo pra não perder esse momento, além do que levei a minha irmã mais nova que ainda não acompanha as legendas.
Cheguei no andar dos cinemas, um garoto e uma garota de cosplay (fantasia) chegaram logo depois, a garota chegou correndo e gritando "Rony gostosooooo!" e eu ri e me senti em casa, tirei fotos com os cartazes.
Entrei na sala, o frenesi vai se apoderando de mim.
As luzes se apagaram, começou o filme, a sala cheia, eu quase tive um ataque cardíaco.
Entretanto, não me arrependo nem um segundo dessas loucuras.
Fazem parte da minha história todos esses "Expeliarmus", "Alohomoras" e similares, todas as Gemialidades, as corujas, sapos, lobisomens e animagos.
Não vou renegar o passado, até porque Harry Potter ainda não é passado, mas vou curtir cada momento e guardar na lembrança.
O que é a vida senão um monte de histórias pra contar?
Guardo com muito carinho todos os risos e desesperos, todas as angústias e alegrias que passaram por mim quando viajei nas páginas dos livros, caminhando junto com o trio rumo a destruição do bruxo mais temido de todos os tempos, além das amizades maravilhosas - desde alguém que entra numa comunidade do orkut e reforça o seu argumento, até aqueles com quem você se corresponde e chega a conhecer pessoalmente - que passaram pela minha vida graças a essa paixão.
O que eu achei do filme?
Como toda adaptação, a gente sempre acha que podia ser melhor... Mas eu realmente gostei. Não sei se é sintoma de velhice ficar mais ponderada em determinados assuntos, porém a maior parte das cenas que eu gostaria de ver foi retratada e isso já vale o ingresso. Além de algumas cenas que não faziam parte do livro, mas couberam bem no contexto, majoritariamente.
Enfim, vale a pena ver... Se tiver lido o livro!
Dedico esse post, por fim, a minha diva JK Rowling, sem a qual a minha vida ficaria desfalcada de algumas páginas incríveis.
Muito obrigada.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Alguns problemas

Olá, quem quer que leia isso.
Hoje estou um pouco... Pensativa. Só nas pilhas de coisas pra resolver, lógico.
Por que esse tanto de responsabilidades? Há tanta gente mais competente que eu... Só pra me deixar com os nervos a flor da pele, deve ser.
Entretanto, ainda que com pouca experiência de vida, já descobri que, no fim, tudo dá certo. Eu sei, é clichê, mas realmente dá. Não sei se é só comigo, mas quando parece que o céu vai cair sobre a cabeça, as soluções aparecem, tão simples quanto o seu professor de matemática acha que é aquela conta de logaritmo que você nunca aprendeu a fazer.
Então, que venham as provas da faculdade, a pesquisa jurídica pra entregar dia 15, as responsabilidades com a família, os amigos que confiam em você, tudo. Não me acho pronta, mas dane-se. É, dane-se. Não vou ficar esperando a vida me entregar as coisas resolvidas.
Vou fazer por onde pra me livrar dos problemas. Vou mudar o mundo. Provavelmente não escrevendo baboseiras às 23:47 da noite, mas tenho essa convicção. Porque os problemas do mundo também são meus, aliás, muito meus. Talvez não mude o mundo todo, mas pelo menos parte dele.
Achei bem legal esse assunto brotar agora de mim, sem eu ter previsto: mudar o mundo.
Eu realmente odeio o conformismo, o individualismo, a lei da selva. Eu bato no peito e digo que a culpa é minha, mas que, por isso mesmo, eu quero mudar o que há de errado. Porque SIM, a culpa é MINHA. É de todos nós, mas quando a gente diz isso, disfarça a própria culpa. E eu quero mudar. Também não me sinto pronta pra isso, mas luto diariamente pra ser uma pessoa melhor. Sem demagogia, de verdade.
Uma pessoa boa. Por mais que isso parece estranho, por mais que os valores estejam subvertidos, eu acredito em um mundo melhor.
Um mundo que eu posso nem chegar a ver, mas quero ter ajudado a construir.


Ps: Se alguém estiver esperando o capítulo 3 da fic, no próximo post virá.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Good Bye, Michael.


Eu, como apaixonada por música que sou, não poderia deixar de prestar hoje minha simples homenagem ao Rei do Pop.
Um homem com histórias polêmicas acerca de sua infância e suas atitudes incomuns, mas, acima de tudo, com uma carreira de sucesso, porque era um verdadeiro astro.
Não é a toa que o álbum "Thriller" é o mais vendido de todos os tempos.
Sinceramente, eu acho bem melhor lembrar das pessoas que se vão por aquilo que elas fizeram de bom, afinal, todos nós falhamos ou vamos falhar algum dia.



Coloco agora um trecho de uma das músicas mais lindas dele, na minha opinião:


"Heal The World
Make It A Better Place
For You And For Me
And The Entire Human Race
There Are People Dying
If You Care Enough
For The Living
Make A Better Place
For You And For Me"

- Heal The World, Michael Jackson

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Battlefield - Capítulo 2

O começo de um plano

Harry se aproveitou de uma oportunidade que chegaria dali a dois dias para executar o seu plano: Molly Weasley, matriarca da família Weasley, resolveu dar uma festa em comemoração ao fim da II Guerra do Mundo Bruxo, que completaria um ano.
Ela teve a boa intenção de tirar o clima triste que se aproximava da casa, pois também faria um ano da morte de Fred e ter a mente ocupada com afazeres sempre a ajudou a esquecer as coisas ruins.
Ele perguntou casualmente a Ginny, enquanto ela se servia de suco de abóbora, se poderiam comemorar o aniversário de namoro na mesma ocasião:
- O que há com você? – ela perguntou, desconfiada e continuou depois de um gole de suco – Nunca foi chegado a essas comemorações festivas...
- Digamos que eu quero aprender a ser mais... Huuuum, romântico – respondeu Harry, evasivamente.
-Tudo bem, eu só realmente não sei o que há de romântico numa festa estilo Weasley.
- Você verá. – ele falou e ela olhou mais desconfiada ainda - E nem adianta tentar arrancar isso de mim!
- Veremos – ela levantou decidida, levando nas mãos o prato vazio do almoço para lavar.
A garota não imagina que ele tinha grandes planos para essa festa e pretendia, como dizem os trouxas, matar dois coelhos numa cajadada só.
Ele terminou de almoçar e escreveu, então, cartas convidando Ron e Hermione e fazendo questão da presença deles, de maneira até um pouco mal educada, e enviou uma de cada vez, por Píchi, já que não teve coragem de comprar outro coruja depois de Edwiges: ela era insubstituível.
Quando a corujinha bateu na janela dos Granger, Hermione a abriu receosa e – por que não dizer – um pouco esperançosa:
- Opa! Calma, fique quietinho para eu poder tirar a carta sem rasgar... Ah, é do Harry.

“Querida Hermione,
Escrevi para te convidar à festa que a Sr.ª Weasley vai dar em comemoração ao fim da II Guerra, que fará um ano daqui a dois dias. E há um motivo adicional para você ir: eu vou comemorar meu aniversário de namoro com a Ginny e preciso de sua ajuda para fazer uma surpresa.
Sua presença é indispensável, ou seja, não aceito “não” como resposta.
Sinceramente,
Harry.”

A garota olhou estarrecida para a carta. Que insensibilidade do Harry falar em aniversário de namoro com ela nesse estado emocional!
Pensou, contudo, na Sr.ª Weasley e em toda a família triste pela perda de Fred, precisando muito do apoio dos amigos e da alegria de uma festa. Estava decidido, ela irá.
Ainda que, ao pensar na família, ela não tenha esquecido que o motivo de todo aquele rancor que guardava em si também estaria lá.
“Apesar de ele não ser, eu sou suficientemente madura para enfrentar essa situação”-pensou ela.
“Será?”-outra voz em sua cabeça argumentou.
Ela resolveu ignorar essa vozinha irritante, responder a carta e observar Pichitinho voar até onde sua visão permitiu enxergar.
Quando a carta de Ron chegou, a primeira coisa que ele pensou foi que era bem idiota o Harry enviar uma carta se os dois só estavam em cômodos diferentes da Toca.
O ruivo acabara de dar entrada no seu primeiro apartamento - o apartamento que ele sonhou um dia dividir com a garota que amava - com as economias dos três primeiros meses de trabalho como goleiro do Chudley Cannons e ainda está de mudanças, vasculhando a Toca atrás de coisas suas.

“Ron,
Preciso falar contigo agora sobre a festa de depois de amanhã.
E você não se atreva a inventar qualquer
desculpa para faltar, sabe que sua família precisa muito de todos unidos!
Harry.”

Ronald foi se encontrar com o amigo no seu futuro-ex-quarto, sinceramente curioso para saber o motivo da urgência e da rispidez.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Coisas importantes


Apareci hoje, em primeiro lugar, para justificar a retirada da música: eu fiz uma confusão bem louca que espero corrigir logo, logo. Sorry, colocarei de volta em breve.
Entretanto, até que essa situação veio a calhar com o desenrolar dessa fic. Explica-se: encontrei um nome para ela, chamar-se-á (gostou da mesóclise?) "Battlefield" porque nesse fim de semana eu ouvi o nome single da Jordin Sparks com esse nome e parece que ela escreveu pensando no romance Ron/Hermione, é impressionante!
Então, eu recomendo - e é só uma recomendação mesmo - que vocês (quem?) ouçam essa música enquanto lêem a fic, até porque eu posso me basear nela... E, principalmente porque eu a achei linda!
Por enquanto, é só, tenho que trabalhar bastante no capítulo 2, que será bem maior do que o 1, estou cheia de idéias!
Até mais.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

A Briga


Bom, pra quem não sabe, sou fã da série Harry Potter e gosto de escrever fics (fanfiction - histórias baseadas nos livros, nas quais os fãs dão asas as suas fantasias).
Por enquanto, só tenho o nome do capítulo, o da fic vem aos poucos, se eu realmente me empolgar com a idéia, ou seja, nem sei se essa história vai pra frente.
Divirta-se, leitor, não esquecendo que, obviamente, os direitos sobre Harry Potter não me pertencem, senão eu estaria podre de rica.

A Briga

Ele cata as cartas dela espalhadas pelo chão, molhadas com as suas doloridas lágrimas. Porque doía demais pensar no que se passou, mas ele não conseguia evitá-lo. Parecia que o mundo fazia questão de que ele não a esquecesse.
Ela tinha os olhos inchados de tanto chorar, fazendo carinho em seu gato fofo aconchegado perto de sua barriga. Jurou a si mesma que daria a volta por cima, porém estava muito difícil lutar com o coração despedaçado.
Eles se amam, contudo não estão juntos, cada um sofrendo a sua amargura.
Como isso se deu? Há cinco dias...

*Flashback*
Ron e Hermione estavam na sala onde ela trabalha, no emprego a pouco conquistado no Ministério da Magia.
- Eu vi a olhada que o seu chefe deu! Você não deveria se submeter a isso, Hermione – ralhou o garoto.
- O que você está insinuando, Ronald? – ela respondeu, se exaltando - Eu não me SUBMETO a nada, você está vendo coisas...
- Vendo coisas? Você é quem não enxerga um palmo a sua frente! Ou não quer enxergar...
- Pare já com isso! – ela gritou – Você está dizendo que eu sou burra ou oferecida? É isso?
- Se você quer entender assim. – ele gritou em resposta
- Eu não tolero esse tipo de ofensa, ainda mais vinda do meu suposto namorado – ela já estava à beira de lágrimas.
- O que você quer dizer com “suposto”?
- Quero dizer que você sequer se dignou a querer conhecer meus pais e, francamente, já estamos juntos há seis meses...
- Se você me acha assim tão abaixo das expectativas, por que não termina logo comigo? – ele disse sem pensar, já com o rosto em brasa.
-É isso que você quer? – ela perguntou, sem conseguir mais gritar ao tentar reprimir o choro.
- Talvez seja melhor assim. Você poderá encontrar alguém a sua altura... – ele respondeu e saiu batendo a porta.
*Fim do Flashback*

Desde esse dia, eles não mais se falaram, apesar dos conselhos de vários amigos preocupados.
Dois orgulhosos apaixonados, mas que não mereciam passar por todo esse sofrimento depois da luta na guerra, que foi uma luta pela oportunidade de serem felizes.
Como isso poderia se resolver?
Harry Potter, o melhor amigo de ambos, - um garoto com pouca experiência em relacionamentos, mas de um coração gigante – resolveu pedir ajuda a sua namorada, Ginny, e a toda a família Weasley para executar o que pensou ser um bom plano.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Reflexões

O ser humano é realmente incrível.
Eu tiro isso por mim: tenho mil e um problemas na cabeça pra resolver, idéias pra planejar, coisas pendentes... E fico aqui, na frente do pc, sem absolutamente saber o que escrever quando poderia (e deveria) estar dormindo ou fazendo uma das mil e uma tarefas já genericamente citadas.
Mas essa vontade louca de pôr (Esse acento diferencial ainda existe? Peço perdão a quem lê isso pela minha ignorância...) tudo para fora, de aprender a me expressar a qualquer custo põe meus dedos, sujos de caneta e um pouco doídos de anotar as aulas da faculdade, a digitar sem rumo.
O único assunto que me ocorre agora é a música, uma das minhas maiores paixões e que tem comandado boa parte dos meus dias, de uns tempos pra cá. Não diria que a música comanda sem a minha anuência, mas está meio que, digamos, fora do meu controle.
Vou tentar explicar: sou católica praticante e assumo isso sem medo, mas está fora de cogitação discutir religião aqui. Contudo, precisava dizer isso para explicar sobre a música, pois sou integrante de um ministério de música (para quem não é católico, aqui vai uma nota: a diferença básica de um ministério para uma banda, mesmo uma banda católica, é que o ministério tem compromisso com a evangelização; a banda, não necessariamente) e é um projeto que vai ficando cada vez mais importante na minha vida.
Por enquanto, isso não é um problema, porém tenho outros projetos importantes, além da faculdade e sei que, em algum momento, vou ter que abdicar da maioria deles...
Um dos meus maiores defeitos é a indecisão, por isso, fico adiando o momento de escolha, mesmo sabendo que isso não altera a verdade de que não posso abraçar o mundo inteiro com as pernas.
É bom ter um lugar certo para desabafar essas coisas, ainda que num texto que provavelmente só fará sentido para mim mesma.
Agora vou parar de pensar nisso para tentar dormir.
Boa noite e obrigada pela atenção.