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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Depois de mais de um mês...

Enfim, peço desculpas às poucas pessoas que lêem o blog, pela minha falta de esmero.
Uns dias sem paciência, outros sem tempo, fui deixando passar e deu no que deu...
Tenho uma notícia triste, muito mais pra mim do que pra qualquer pessoa: não pretendo terminar a fic. E odeio deixar projetos pela metade.
Mas estou com 1000 coisas na cabeça e não conseguiria terminá-la agora.
Contudo, há esperança de eu retomá-la no futuro, who knows?
Estou retomando o blog só pra escrever as trivialidades de sempre, porque essa é a minha terapia.

Mudando para o assunto do dia, aliás, hoje é um dia muito especial: aniversário da minha segunda mãe, apesar de ser mais nova do que eu, Pam.
Ela é quem tem um jeito todo especial com as palavras, consegue botar pra fora o que sente. Eu, com o espírito contido, não sei nem o que dizer ao certo, para um pessoa tão fantástica, digna de todos os elogios e homenagens que eu puder prestar.
Como eu já disse a ela no orkut, que o milagre de sua vida - porque o aniversário nada mais é do que a comemoração desse milagre - traga alegria à vida de muitas pessoas, como trouxe a minha.
Feliz aniversário, Pam.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

A Briga


Bom, pra quem não sabe, sou fã da série Harry Potter e gosto de escrever fics (fanfiction - histórias baseadas nos livros, nas quais os fãs dão asas as suas fantasias).
Por enquanto, só tenho o nome do capítulo, o da fic vem aos poucos, se eu realmente me empolgar com a idéia, ou seja, nem sei se essa história vai pra frente.
Divirta-se, leitor, não esquecendo que, obviamente, os direitos sobre Harry Potter não me pertencem, senão eu estaria podre de rica.

A Briga

Ele cata as cartas dela espalhadas pelo chão, molhadas com as suas doloridas lágrimas. Porque doía demais pensar no que se passou, mas ele não conseguia evitá-lo. Parecia que o mundo fazia questão de que ele não a esquecesse.
Ela tinha os olhos inchados de tanto chorar, fazendo carinho em seu gato fofo aconchegado perto de sua barriga. Jurou a si mesma que daria a volta por cima, porém estava muito difícil lutar com o coração despedaçado.
Eles se amam, contudo não estão juntos, cada um sofrendo a sua amargura.
Como isso se deu? Há cinco dias...

*Flashback*
Ron e Hermione estavam na sala onde ela trabalha, no emprego a pouco conquistado no Ministério da Magia.
- Eu vi a olhada que o seu chefe deu! Você não deveria se submeter a isso, Hermione – ralhou o garoto.
- O que você está insinuando, Ronald? – ela respondeu, se exaltando - Eu não me SUBMETO a nada, você está vendo coisas...
- Vendo coisas? Você é quem não enxerga um palmo a sua frente! Ou não quer enxergar...
- Pare já com isso! – ela gritou – Você está dizendo que eu sou burra ou oferecida? É isso?
- Se você quer entender assim. – ele gritou em resposta
- Eu não tolero esse tipo de ofensa, ainda mais vinda do meu suposto namorado – ela já estava à beira de lágrimas.
- O que você quer dizer com “suposto”?
- Quero dizer que você sequer se dignou a querer conhecer meus pais e, francamente, já estamos juntos há seis meses...
- Se você me acha assim tão abaixo das expectativas, por que não termina logo comigo? – ele disse sem pensar, já com o rosto em brasa.
-É isso que você quer? – ela perguntou, sem conseguir mais gritar ao tentar reprimir o choro.
- Talvez seja melhor assim. Você poderá encontrar alguém a sua altura... – ele respondeu e saiu batendo a porta.
*Fim do Flashback*

Desde esse dia, eles não mais se falaram, apesar dos conselhos de vários amigos preocupados.
Dois orgulhosos apaixonados, mas que não mereciam passar por todo esse sofrimento depois da luta na guerra, que foi uma luta pela oportunidade de serem felizes.
Como isso poderia se resolver?
Harry Potter, o melhor amigo de ambos, - um garoto com pouca experiência em relacionamentos, mas de um coração gigante – resolveu pedir ajuda a sua namorada, Ginny, e a toda a família Weasley para executar o que pensou ser um bom plano.